Não tava assim quando eu cheguei


7 por 15 e um Selo Estiloso

E de repente, não mais que de repente, a  Mayra me aparece com este selo aqui:

Estilo é com a gente mesmo...

Bonitão, né? Para recebê-lo eu só precisaria revelar 7 coisas sobre mim e indicar 15 blogs…  

Como não resisto a este tipo de proposta, vamos começar pelas sete coisinhas sobre este velho lobo do mar… Algumas já são bem conhecidas por alguns de vocês, outras eu já não garanto, então… Vamos lá…

1)      Tenho um medo terrível de cachorros; 2) Nado feito uma ancora; 3) Não sou tão calmo quanto pareço; 4) Depois da habilitação tardia, nunca mais dirigi um automóvel; 5) Tenho um amor incondicional (um beijo pra você, baby); 6) Não consigo dormir mais que cinco horas por noite; 7) Tenho uma receita secreta de brigadeiro… (RÁ…)

Tá… Eu sei. São apenas aleatoriedades deste Charlie aqui. E para completar o desafio, preciso indicar 15 blogs que, além para ostentarem essa belezinha de selo terão que espalhar sete detalhezinhos de suas respectivas vidas ai pelo nosso mundão e indicar outros 15 amiguinhos….

Essa Moça Tá Diferente

Caleidoscópio Dental

A Palavra Final é: Continue

Geladeira Oráculo

Musicalmente Inútil

Do Fundo do Mar

Bruno Massao

O Elemento Fogo

Mode ON/OFF

Chuva de Pensamentos

Chá-Tice

Sou Para-Raio de Doido

Pequeno Inventário de Impropriedades

Meus Anos Incríveis

Aquela que traz a felicidade (?!…)

É isso ai, meu povo.  Assim que puderem, leiam essa galera e acrescentem à lista os 15 indicados da Mayra no Congeminemos… Tá certo. Vocês vão perder umas boas horas de trabalho, mas vão aproveitar muito…  =)



Acontece pela manhã

Tá… Acho que se eu continuar com os olhos fechados e ignorar o despertador, logo estarei dormindo de novo e esquecerei do cruel destino de acordar e….

Charlie, por favor. Desligue o despertador…

Hummm… Acho que essa vai ser difícil ignorar… Mas talvez se eu limitar minha respiração para o level “stand by”, ela pense que eu ainda estou dormindo e levante para desligar… Tenho que parar com essa ideia de colocar o celular para despertar longe de mim para me obrigar a levantar…

Charlieeee…

Haann… ZZZzzzz!!!

Eu sei que você tá acordado, canalha.

Damn..

Anda…

Já vou… (momento também conhecido como aquele em que me viro e coloco o travesseiro sobre a cabeça… )

Vaaai Charlieeee…

“PLOFT”

Nota mental: colocar um travesseiro sobre a cabeça é o mesmo que entregar uma arma que pode (e com certeza vai) ser utilizada contra você em momentos como esses…

Que saco… Já vou…

Amor… Aproveita que você tá de pé e pega um pouquinho de água pra mim?

Tá bom…

Agora vem aqui… vamos cochilar mais uns 15 minutos…

Vamos…

Ai, ai… É como eu sempre digo: nada como um pouquinho de manipulação matinal para ter uma falsa impressão de dormir mais um pouquinho…

Para o seu próprio bem, nem tente entender…



Sobre os quase 30

Estava o Charlie em seu lugar, veio a Natalia e… Vamos ao meme

AOS 29, 9

Eu sou… desastrado

Eu quero ser… menos desastrado (?)

Na minha casa… ainda sou chamado de filhote

Eu encano com… reclamações (menos as minhas)

E acredito em… placas

Tenho medo de… números

Acho graça em… piadas com tomates e cachorros de nomes improváveis

Choro com… qualquer coisa

Não vivo sem… vida

Tenho mania de… estalar os dedos enquanto caminho

Meus três melhores amigos são… um batalhão

Eu tenho como heróis… este batalhão

Meu sex symbol… é esse “SEX” – se o vir em alguma porta é porque estão fazendo sexo ali dentro

O amor é… gostoso (grrrrrrrrrr)

Meu livro de cabeceira é… Ilusões Perdidas, do Balzac

Meu vinil preferido é… The World Won’t Listen – Smiths

Meu sapato favorito é… All Star. 

No meu armário não falta… espaço para camisetas.

Minha balada preferida… tem karaokê e gente maluca

Minha luta é… cotidiana

Meu maior fora foi… constrangedor

Minha bola dentro… dentro

As pessoas acham que… não presto atenção no que elas dizem

Mas eu juro… que a culpa não é minha

O que eu mais ouço… ultimamente é “Seu otário”

Eu me sinto livre… quando posso escrever…

Rezo por/para… ter tempo de fazer tudo o que quero fazer

Meu ponto fraco… é a completa ausência da noção de quando parar de falar

Meu grande charme… é esse meu jeito bonitinho de falar sem parar (não?)

No chuveiro, eu canto… e danço

De madrugada, eu… acordo e vou trabalhar

Meu meio de transporte é… bastante populoso

Eu tenho ilusão de… ótica

Se alguém disser que eu serei presidente… eu direi “De onde?”.

 E como tradição é comigo mesmo, passo o bastão para Camis, May, Má-Má e Carrô… Bora gente!



Meu nome não é Jão

Ai , o carnaval…

Este período de luxúria e pecado – que nos brinda com confete, serpentina, spray de espuma, canções cheias de ziriguidum e estelecoteco, abadás e uma série de sagitarianos – é marcado por uma incrível debandada paulistana rumo ao litoral ou às cidadezinhas do interior que ainda mantêm o tradicional carnaval de rua…   

Contando assim tudo parece ótimo, né? Agora imagine você, amigo leitor, pegar o metrô às 7 horas da matina e perceber que o costumeiro milhão de pessoas que divide o vagão com você, agora traz um lote de malas e pacotes variados… Gostoso, né?

Então… Lá estava eu, tentando me segurar e virar as páginas do meu livro, enquanto um grandalhão encaixava uma mala gigante entre a minha clavícula e a minha pélvis, enquanto cantarolava e batucava o teto com as falanges…

Tentando manter a sanidade, apertei os olhos para me concentrar apenas no livro e esquecer que ainda faltavam 12 estações até desembarcar e que, provavelmente, algum órgão interno ficaria colado na bagagem do distinto gigante a minha frente… Tudo estava dando certo até que…

Naonde cê tá, Jão?

Se eu não estivesse tão encaixado, provavelmente até as malas teriam percebido o meu salto… Aquela expressão tão peculiar vinha de uma garota, com uma voz de personagem de desenho animado que, enquanto falava ao celular, fazia um esforço sobre-humano para ocupar os 20 cm em que eu estava acomodado.

Ela estava tão perto que àquela altura era como se nós dois falássemos com o tal “Jão” (que pela voz também era uma menina)… Depois de alguma discussão, ficou acertado que Jão compraria o macarrão, o molho, uma vodka e uma caixinha de cerveja, além do que já estava na lista. Ainda bem que ela topou porque se o debate demorasse mais um pouco, eu mesmo compraria.

Voltei ao livro…

Naonde cê tá, Jão?

“Impossível essa mina conhecer, duas garotas com o mesmo nome idiota”, pensei.

Acabei de falá com a Michele (Ei… Não era Jão?) e ela vai comprá aquelas fita lá…

Enquanto fiquei repassando a lista que debatemos com Jã… ou melhor com Michele,  para ver se havia alguma fita, o telefonema seguia em uma língua difícil de entender…

Olhei em volta para ver se alguém estava fazendo a mesma cara de incredulidade que eu imaginava estar fazendo…  

Quando finalmente voltei ao livro…

Naonde cê tá, Jão? Tá durmindo ainda?

Naquele momento fui transferido para outro lado da linha e respondi “Tirando você e a metade da cidade de São Paulo que, no momento, está neste vagão contigo, o mundo inteiro está dormindo, sua vaca!”.

Poxa… Não eram nem 8 da manhã e a menina parecia estar participando daquelas promoções “Não diga alô, diga Naonde cê tá, Jão”. Quando voltei ao meu corpo e à dura realidade da minha sexta-feira pré-carnaval, percebi que a garota estava gargalhando e que o brutamontes continuava falangeando o teto do metrô…

Ai, o carnaval…

Ai, as pessoas que aparecem no carnaval…

É vida loka, Jão.

O Jão, ou melhor, o cão chupando manga, um dos personagens clássicos do nosso carnaval




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